Sobre o autor

Me chamo Renato Bavier e venho convivendo com a ansiedade há muitos anos.

Resolvi dividir meu conhecimento com outras pessoas e, com isso, auxiliá-las numa jornada mais tranquila e cheia de conteúdo relevante!

Estamos todos conectados! Precisamos nos IMPORTAR mais.

Grande abraço!

Como resignificar um Trauma

É preciso, antes de mais nada, ressaltar que aqui falo sobre o TRAUMA PSICOLÓGICO.

Aquele que provém de um acontecimento profundamente doloroso, de uma experiência que causou um DANO EMOCIONAL sério.

Muitos de nós temos experiências negativas que mexem no nosso equilíbrio emocional. Diversas vezes somos instados à superar rapidamente e não temos tempo de digerir minimamente o que ocorreu. Restando aquela mágoa, aquela dor que guardamos bem no fundo e achamos que não nos fará mal.

Muitas vezes o evento traumático foi de tal ordem grave que causa sequelas emocionais sérias, emoções perturbadoras que afetam nossa sensação de segurança.

Após um evento traumático, as pessoas reagem de formas diversas. Algumas superam necessitando de um tempo mais longo, outras acreditam que “tentando apagar” suas memórias conseguirão, assim, reagir.

A Mágoa

Muitas vezes a dificuldade de recuperar-se de um evento de natureza traumática pode levar alguns dias, meses ou anos.

A superação se dá de acordo com a forma como cada um consegue lidar com esse trauma. À medida que vai sendo processado, os sentimentos desagradáveis vão se diluindo. Mas podem ocorrer “GATILHOS” que trazem de volta as lembranças desse momento.

Quando nos vemos impossibilitados de alterar essa dinâmica de superação, podemos considerar que estamos desenvolvendo uma MÁGOA mais profunda e um tratamento especializado é o mais aconselhado.

 

Muito se fala em ACEITAR ou SE CONFORMAR, mas não compreendemos bem que diferença isso tem no enfrentamento de um TRAUMA.

Abaixo aponto as diferenças fundamentais e BEM OBJETIVAS entre os dois.

 

Na Aceitação conseguimos ir adiante, sem lamentar, sem ressentir.

Obviamente há um esforço em DISSOLVER as mágoas desse trauma. É preciso trabalhar para afastar qualquer possibilidade de REMORSO do que já aconteceu.

Muitas vezes, ACEITAR torna-se um processo muito mais difícil, pois exige perdoar a SI MESMO e seguir em frente buscando novas perspectivas.

 

No Conformismo negamos que é possível mudar os efeitos de um TRAUMA.

Há uma opção em NÃO AGIR enfraquecendo assim as possibilidades de superação. Está ligado à passividade e resignação.

Se ainda incomoda, não é superação, é conformismo.

Peça socorro!

É importante sempre pedir ajuda, seja de alguém próximo ou, no caso de algo mais sério, uma opinião médica.

Não devemos acreditar que sozinho podemos TUDO e que “vai passar”, por que às vezes NÃO PASSA e precisamos sim de ajuda!

 

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