Sobre o autor

Me chamo Renato Bavier e venho convivendo com a ansiedade há muitos anos.

Resolvi dividir meu conhecimento com outras pessoas e, com isso, auxiliá-las numa jornada mais tranquila e cheia de conteúdo relevante!

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Bullying e Ansiedade nas Escolas

Muito tem se propagado sobre a importância de falar e discutir o BULLYNG no ambiente escolar.

É notório que a origem dessa forma de opressão não é recente, entretanto a necessidade de nos debruçarmos profundamente sobre o assunto, essa sim, urge de um tempo não muito remoto.

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.
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A sensação de isolamento

Na infância e adolescência, normalmente, as diferenças não são bem vistas. Crianças e adolescentes ainda não tem maturidade para entender e aceitar as diferenças e por isso tendem a excluir e rejeitar quem é diferente.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade.
Não devemos minimizar os sinais dessa prática que pode ocorrer também em outros ambientes como universidade, família, locais de trabalho, vizinhança.
Todo bullying é uma agressão, mas nem toda a agressão pode ser classificada como bullying.

Para que se perceba o BULLYING, existem alguns fatores a serem observados:

Caso o alvo consiga reagir ou ignorar verdadeiramente a agressão/provocação o bullying deixa de existir.

É um fenômeno crescente?

Podemos observar que a influência dos meios eletrônicos, como a internet, o bullying foi tomando proporções mais alarmantes.
Brincadeiras de colégio, antes restritas àquele ambiente, agora alcançam uma escala maior.
Na ânsia de ser o mais “popular”, o mais “poderoso”, alguns indivíduos passaram a utilizar repetidas vezes dessas humilhações para atingir seus algozes. Normalmente pessoas com autoestima mais baixa e com dificuldade de reação e denúncia.
A opressão do agredido é o deleite do agressor. Assim vão se perpetuando os insultos podendo acarretar consequências trágicas, como mortes e o suicídio.

E quem assiste?

O espectador pode ser apontado como um personagem fundamental no BULLYING. Podendo ser apotado como plateia ATIVA ou PASSIVA.
PLATEIA ATIVA  Reforçam a agressão com palavras de incentivo para que os agressores continuem realizando a prática. Muitas vezes somente riem, ainda assim podemos consideramos plateia ativa na agressão.
Caso seja no ambiente virtual, plateia ativa é aquela que repassa a agressão.
PLATEIA PASSIVA – Testemunha os fatos, entretanto não se envolve diretamente. Podemos afirmar que muitas vezes não denuncia por medo de também sofrer a mesma prática. Não se une nem à vítima nem aos autores.

OS ALVOS

Normalmente os maiores alvos das práticas são aqueles que percebemos aspectos culturais, étnicos e religiosos que diferem da maioria; alguém novato; uma pessoa com particularidades físicas (estatura, peso, aparência e, até mesmo, deficiência).
Aqueles que conseguem reagir podem alternar momentos de ansiedade e agressividade. Para mostrar que não são covardes ou quando percebem que seus agressores ficaram impunes, os alvos podem escolher outras pessoas mais indefesas e passam a provocá-las, tornando-se alvo e agressor ao mesmo tempo.
É preciso atenção, pois esse problema cresce e assombra nossas relações de forma assustadora.

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